Transformando old guys em super heroes

Genial o trabalho de Alex Gross, artista que transforma figuras fotografadas décadas atrás em figuras pop, mais precisamente, em figuras de super-heróis famosos dos quadrinhos.

Alex ilustra por cima das fotos originais, mudando cores, posições dos fotografados, e inserindo figurinos e maquiagens na imagem. Trabalho minucioso e detalhado que, no fim, é totalmente recompensado:

Curtimos muito!



Pise na grama (só nessa!)

Olha só que criativos esses chinelos forrados com grama! Claro que não é grama de verdade, mas isso significa apenas que você não precisa apará-las: a ideia é poder descansar os pés no verde da natureza, com aquela sensaçãozinha de free as a bird, sabe? Imagina que delícia ter uma dessas para relaxar (durante ou depois) do Carnaval…

(via Incredible Things)



Playlist: Carnaval

Desta vez, Rick criou uma mixtape que vai fazer você rebolar até o chão nessa carnaval: inspire-se no clima tupiniquim e vem com a gente!

“É carnaval sem axé, mas mesmo assim é carnaval de verdade.
É samba, bossa, chorinho, com cuíca, pandeiro e passinho!

É o carnaval que eu mais gosto.

Agora falta tão pouco… vamos aquecer!”



Inspiração da semana: carnaval

Quando o pezinho começa a ficar inquieto, pode contar: o carnaval está virando a esquina, contagiando geral com felicidade e colorindo o cimento da cidade. Plumas, paetês, maquiagem extravagante. Homem vestido de mulher, mulher de homem, brincadeiras sem fim! Quem é que não gosta desses diazinhos do ano reservados para folia? Contagia!



Ícones Pop: Carmem Miranda

Do tempo em que o Zé era Carioca e não o Zé pequeno, que a garota era de Ipanema e não a popozuda do trigrão e que o Tio Sam finalmente descobriu o bom da nossa batucada, apareceu ela: Carmem Miranda cantando e encantando todos!

Nascida em Portugal mas criada no Brasil, sua cantoria ao vender chapeus em uma loja no Rio de Janeiro chamou a atenção de todos e principalmente de produtores americanos. Com sua imagem estilizada de baiana, sapatos plataformas para compensar seus 1,53m – e deixar muita fashionista babando – roupas coloridas, frutas tropicais na cabeça e outros balangandãs, Carmen deixou sua marca registrada no carnaval brasileiro. Cantora e atriz exótica, foi a primeira artista brasileira, a fazer sucesso no cinema estrangeiro, em especial nos musicais de Hollywood e foi assim que finalmente a Casa Branca descobriu a batucada de iô iô iá iá. Amada por muitos mas estranhada por alguns – muitos achavam que Carmen se vendeu aos americanos, além de criar um estereótipo que não era real sobre a cultura e alguns costumes brasileiros – ela conseguiu conquistar ao longo da sua vida seu lugar ao sol.

Por causa dela, e desta cultura tão rica e diversificada descobrimos que cachaça não é água, a cabeleira do Zezé não quer dizer nada e que mamãe na verdade não que mamar! Vamos abrir mais alas, mostrar a nossa cara, esquentar nossos pandeiros e iluminar os terreiros, porque no Carnaval? Ah, o bom é sambar e mostrar o Brasil do meu e do seu amor, terra de nosso senhor!





Eu conto, tu contas, ele conta.

Nós contamos, vós contais, eles contam.
Histórias existem para ser contadas.

Quando estávamos começando a desenhar o projeto Solte o Verbo, a nossa redatora, Roberta Menezes (êeee Beta!), me encaminhou esse site: www.museudapessoa.com.net.

Tudo a ver com o momento da Imaginarium. Isso foi no início do ano passado, quando estávamos com a cabeça totalmente voltada para a comemoração dos nossos 20 anos.

Pra gente, o projeto Solte o Verbo nasceu com um nível de coerência muito grande: a Imaginarium é feita de uma infinidade de pequenas histórias que buscamos traduzir em produtos. Na verdade, é esse a grande razão de fazer parte dessa marca: ter em nossas lojas muitas histórias pra contar, transformadas em fun design. Por isso, reunir as histórias criadas e imaginadas por nossos consumidores e fãs em uma única plataforma na web me pareceu muito pertinente naquele momento – hoje, tenho certeza de que é!

Quando a Beta me encaminhou o link, eu não conhecia o Museu da Pessoa. Projeto lindo, humano, contemporâneo e atemporal ao mesmo tempo – dessas coisas que inspiram e dão sentido às peripécias que a gente inventa e vive.

Já estávamos certos de que o Solte o Verbo era uma plataforma inovadora e desvinculada de datas, apesar de ser extremamente contemporânea. E o Museu da Pessoa me fez acreditar ainda mais nisso.

Na verdade, histórias foram feitas pra ser contadas. Inventadas ou não, fazem parte de um registro rico e extremamente simbólico a respeito daquilo que somos e vivemos. Privilegiados somos nós, que podemos parar o tempo através desses registros e resgatá-lo, quando for interessante. ;)

E essa rede social de histórias nos permite entender melhor quem somos, quem fomos e também nos permite desenhar aquilo que queremos ser. Os registros do Museu são um link direto entre diferentes gerações, entre diferentes corações, entre diferentes percepções – de vida e de mundo. Vale a pena conhecer e, porque não, participar!

No caso do Solte o Verbo, podemos inventar as nossas próprias histórias e mudar o destino dos personagens aos quais damos vida.

No Museu da Pessoa, não é diferente. Mas as verdades ali registradas, o cunho social do projeto e a seriedade com o qual as histórias são tratados merecem respeito um espaço em nosso blog.



Tubos de ensaio viram luminária

Você já havia imaginado outra serventia para os tubos de ensaio, senão aquela que eles desempenham em laboratórios? Estamos cansados de ver o material em filmes de ficção científica, por exemplo… Mas você já viu em uma luminária? Realmente inusitado:

A designer Pani Jurek se inspirou na cientista Marie Curie (famosa por ter ganhado um Nobel em química) e criou uma luminária linda toda feita de tubos de ensaio. O mais interessante são as mil e uma possibilidades de decorar a peça: com flores, líquidos coloridos, pedrinhas… E por aí vai! Não é inspirador? ;-)



Dica da criação: Transformando Suor em Ouro

A Francielly Silva, nossa colega em um dos escritórios da Imaginarium, tem uma dica esperta de leitura pra gente. Escrito por Bernardinho, técnico da seleção de vôlei brasileira, a Fran acabou de ler o livro “Transformando suor em ouro”, que dá uma lição daquelas pra carregar por toda a vida.

A Fran fez questão de citar pra gente a sua passagem favorita do livro: “No fim das contas, são as pessoas que fazem a diferença. Considero esta frase um achado. Afinal, as instituições não funcionam sozinhas, não se gerem por toque de mágica, nem os cargos têm vida própria. Equipes, empresas, corporações ou governos são o resultado do trabalho de um grupo de indivíduos. Nesse processo, é preciso encontrar o que houver de melhor em cada um deles para tornar sólida a instituição; fazê-los entender que o esforço coletivo leva á vitória, mas o talento individual desorientado tende a fracassar. Assim descobrem-se as grandes vocações e aperfeiçoam-se as virtudes”.

“Transformando suor em ouro” é a história de Bernardinho – sim, é praticamente uma autobiografia – com um “q” de dicas empresariais. O autor traça um paralelo entre a sua história de vida com o mundo empresarial e, como o próprio título indica, muito se fala em “suar a camisa” para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais.

Deu ou deu vontade de ler? Inspire-se e caia na leitura! ;-)



Sound Tossing: caixas de som aéreas

Quem é que nunca jogou sapato em fios aéreos quando criança que atire a primeira pedra! Tá, vai… Não é toda criança que é sapeca a esse nível, mas, se você nunca experimentou a arte de arremessar sapatos, temos algo para inspirar a fazê-lo – de brincadeirinha, claro.

O Sound Tossing combina a brincadeira do sapato aéreo com um “faça você mesmo” eletrônico de áudio, é o que diz o site Guerrilla Innovation. O projeto consiste em arremessar caixas de som ativadas pela luz solar, em prédios, árvores, fios… O som que ela transmite é de passarinhos. Interessante para quebrar o clima artificial da selva de pedras, hein?

Ficou curioso? Então veja como funciona com seus próprios olhos dando o play:

Divertido, né? Mas a gente faz uma observação… Caso queira testar com as próprias mãos, não se esqueça de retirar as caixas dos locais após a brincadeira. Ah, e por favor, escolha sons naturais, nada de impor seu gosto musical, né? A natureza agradece! ;-)



mais antigos →