Resultado do Concurso Cultural!

Nossa, como foi difícil escolher uma foto só! Recebemos quase 300 imagens, algumas divertidas, outras lindas de admirar, muitas originais e outras bem diferentes. Teve quem colocou a gatinha dentro da bolsa, quem criou instalações, quem montou bonecos e objetos com seus pertences, quem organizou tudinho e quem fez uma bagunça pra lá de gostosa.

Mas, finalmente, escolhemos: Luana Barreto tirou a foto mais original, e ganhou a Bolsa Listrada. Parabéns, Luana! Aguarde nosso contato que em breve enviaremos um e-mail pra você.

E não fique triste se você não ganhou desta vez… volta e meia faremos mais promoções com prêmios super bacanas, não só aqui no blog, mas no nosso Facebook, Twitter… e claro, nas lojas Imaginarium. É só ficar ligado! ;-)



Transformando old guys em super heroes

Genial o trabalho de Alex Gross, artista que transforma figuras fotografadas décadas atrás em figuras pop, mais precisamente, em figuras de super-heróis famosos dos quadrinhos.

Alex ilustra por cima das fotos originais, mudando cores, posições dos fotografados, e inserindo figurinos e maquiagens na imagem. Trabalho minucioso e detalhado que, no fim, é totalmente recompensado:

Curtimos muito!





Pise na grama (só nessa!)

Olha só que criativos esses chinelos forrados com grama! Claro que não é grama de verdade, mas isso significa apenas que você não precisa apará-las: a ideia é poder descansar os pés no verde da natureza, com aquela sensaçãozinha de free as a bird, sabe? Imagina que delícia ter uma dessas para relaxar (durante ou depois) do Carnaval…

(via Incredible Things)



Playlist: Carnaval

Desta vez, Rick criou uma mixtape que vai fazer você rebolar até o chão nessa carnaval: inspire-se no clima tupiniquim e vem com a gente!

“É carnaval sem axé, mas mesmo assim é carnaval de verdade.
É samba, bossa, chorinho, com cuíca, pandeiro e passinho!

É o carnaval que eu mais gosto.

Agora falta tão pouco… vamos aquecer!”



Inspiração da semana: carnaval

Quando o pezinho começa a ficar inquieto, pode contar: o carnaval está virando a esquina, contagiando geral com felicidade e colorindo o cimento da cidade. Plumas, paetês, maquiagem extravagante. Homem vestido de mulher, mulher de homem, brincadeiras sem fim! Quem é que não gosta desses diazinhos do ano reservados para folia? Contagia!



Ícones Pop: Carmem Miranda

Do tempo em que o Zé era Carioca e não o Zé pequeno, que a garota era de Ipanema e não a popozuda do trigrão e que o Tio Sam finalmente descobriu o bom da nossa batucada, apareceu ela: Carmem Miranda cantando e encantando todos!

Nascida em Portugal mas criada no Brasil, sua cantoria ao vender chapeus em uma loja no Rio de Janeiro chamou a atenção de todos e principalmente de produtores americanos. Com sua imagem estilizada de baiana, sapatos plataformas para compensar seus 1,53m – e deixar muita fashionista babando – roupas coloridas, frutas tropicais na cabeça e outros balangandãs, Carmen deixou sua marca registrada no carnaval brasileiro. Cantora e atriz exótica, foi a primeira artista brasileira, a fazer sucesso no cinema estrangeiro, em especial nos musicais de Hollywood e foi assim que finalmente a Casa Branca descobriu a batucada de iô iô iá iá. Amada por muitos mas estranhada por alguns – muitos achavam que Carmen se vendeu aos americanos, além de criar um estereótipo que não era real sobre a cultura e alguns costumes brasileiros – ela conseguiu conquistar ao longo da sua vida seu lugar ao sol.

Por causa dela, e desta cultura tão rica e diversificada descobrimos que cachaça não é água, a cabeleira do Zezé não quer dizer nada e que mamãe na verdade não que mamar! Vamos abrir mais alas, mostrar a nossa cara, esquentar nossos pandeiros e iluminar os terreiros, porque no Carnaval? Ah, o bom é sambar e mostrar o Brasil do meu e do seu amor, terra de nosso senhor!





Eu conto, tu contas, ele conta.

Nós contamos, vós contais, eles contam.
Histórias existem para ser contadas.

Quando estávamos começando a desenhar o projeto Solte o Verbo, a nossa redatora, Roberta Menezes (êeee Beta!), me encaminhou esse site: www.museudapessoa.com.net.

Tudo a ver com o momento da Imaginarium. Isso foi no início do ano passado, quando estávamos com a cabeça totalmente voltada para a comemoração dos nossos 20 anos.

Pra gente, o projeto Solte o Verbo nasceu com um nível de coerência muito grande: a Imaginarium é feita de uma infinidade de pequenas histórias que buscamos traduzir em produtos. Na verdade, é esse a grande razão de fazer parte dessa marca: ter em nossas lojas muitas histórias pra contar, transformadas em fun design. Por isso, reunir as histórias criadas e imaginadas por nossos consumidores e fãs em uma única plataforma na web me pareceu muito pertinente naquele momento – hoje, tenho certeza de que é!

Quando a Beta me encaminhou o link, eu não conhecia o Museu da Pessoa. Projeto lindo, humano, contemporâneo e atemporal ao mesmo tempo – dessas coisas que inspiram e dão sentido às peripécias que a gente inventa e vive.

Já estávamos certos de que o Solte o Verbo era uma plataforma inovadora e desvinculada de datas, apesar de ser extremamente contemporânea. E o Museu da Pessoa me fez acreditar ainda mais nisso.

Na verdade, histórias foram feitas pra ser contadas. Inventadas ou não, fazem parte de um registro rico e extremamente simbólico a respeito daquilo que somos e vivemos. Privilegiados somos nós, que podemos parar o tempo através desses registros e resgatá-lo, quando for interessante. ;)

E essa rede social de histórias nos permite entender melhor quem somos, quem fomos e também nos permite desenhar aquilo que queremos ser. Os registros do Museu são um link direto entre diferentes gerações, entre diferentes corações, entre diferentes percepções – de vida e de mundo. Vale a pena conhecer e, porque não, participar!

No caso do Solte o Verbo, podemos inventar as nossas próprias histórias e mudar o destino dos personagens aos quais damos vida.

No Museu da Pessoa, não é diferente. Mas as verdades ali registradas, o cunho social do projeto e a seriedade com o qual as histórias são tratados merecem respeito um espaço em nosso blog.



Tubos de ensaio viram luminária

Você já havia imaginado outra serventia para os tubos de ensaio, senão aquela que eles desempenham em laboratórios? Estamos cansados de ver o material em filmes de ficção científica, por exemplo… Mas você já viu em uma luminária? Realmente inusitado:

A designer Pani Jurek se inspirou na cientista Marie Curie (famosa por ter ganhado um Nobel em química) e criou uma luminária linda toda feita de tubos de ensaio. O mais interessante são as mil e uma possibilidades de decorar a peça: com flores, líquidos coloridos, pedrinhas… E por aí vai! Não é inspirador? ;-)



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